A censura está quase de volta…

A censura foi um grande problema na época da ditadura, mas o que é isso?

Censura: (do latim censura) é a aprovação ou desaprovação prévia de circulação de informação, visando à proteção dos interesses de um Estado ou grupo de poder. A censura criminaliza certas ações de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. Consiste em qualquer tentativa de suprimir circulação de informações, opiniões e até formas de expressão, como a arte.

Após a ditadura o governo afirma que a censura acabou, mas indiretamente ainda vemos ela muito presente… Muitos proíbem certas manifestações artísticas, negam dinheiro de lei de incentivo por não apoiarem determinada peça ou obra de arte, ou ate mesmo pelo fato de ser uma critica ao governo.

No Brasil hoje temos algumas leis para o incentivo do teatro, coisa que funciona muito mal no atual governo e é só mais uma teta onde o governo mama dinheiro. Na teoria das leis seriam para o apoio da cultura e para as companhias de teatro investirem em pesquisas e produções, mas que na real estão sendo mal distribuídas e utilizadas para esquemas de desvios de dinheiro dentre elas estão as duas principais Leis, rouanet (Lei 8.313/91) e lei do fomento que já estão no atual governo, com muita dificuldade de “sobreviver” e de ser atribuída para suas reais funções (incentivo a cultura).

Segundo pesquisas temos muita chance do candidato do PSL Jair Bolsonaro assumir a presidência, o que censuraria mais ainda a arte e o teatro no Brasil, Jair Bolsonaro disse em entrevista que se assumir a presidência da republica, vai acabar com o ministério da cultura, que vai cortar muito do dinheiro da lei rouanet e que eles vão escolher quem eles acham que tem potencial pra receber incentivo. É o único candidato dentre todos os presidenciáveis que não tem nada declarado a cultura no seu plano de governo… ou seja a censura não acabou e sim foi maquiada.IMG_2588 (1)

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Marketing Multinível e Esquema de Pirâmide: Fique esperto!

        Uma crítica acerca da hipocrisia, alienação e falta de ética nestes “modelos” de empresa.

         Se você tem mais de 20 anos, provavelmente já foi chamado para fazer parte de alguma empresa que utiliza o Marketing Multinível, tais como Hinode, Jeunesse, Herbalife e MaryKay. Caso isso ainda não lhe tenha acontecido, é preciso avisar desde já: tome cuidado.

         Mas o que é Marketing Multinível? É um modelo de venda que se dá pelo recrutamento indireto de vendedores (que pagam um pacote com os produtos para poder participar da empresa) e a premiação de bônus agentes que ajudam a promover certos bens de consumo e serviços (como produtos de beleza, emagrecimento, e até telefonia) ao invés de investir em publicidade, como tradicionalmente. Até aí tudo bem, não há problema algum. O erro está presente quando a rede (o recrutamento de vendedores) é a própria sustentação do negócio, onde os investidores que possuem mais recrutados lucram imensamente em cima do trabalho seus inferiores, configurando uma pirâmide. Há algum tempo, tive a oportunidade de conhecer um nicho de pessoas que foram recrutadas por uma dessas empresas que diz ser de “Marketing Multinível”, e até hoje as vejo recrutando outras pessoas, mas nunca conheci alguém que comprasse e consumisse os produtos (a não ser eles mesmos).

         Esse esquema de pirâmide é ilegal em diversos países, incluindo o Brasil. Nossa nação está vivendo uma epidemia de pirâmides. Como um vírus que vai se dissipando, mais de 30 empresas são investigadas pelo Ministério Público, apontadas de praticar esse esquema. Com a Internet, ficou muito mais fácil fazer contato com qualquer indivíduo e recrutá-lo para a empresa que você trabalha. Um dos casos mais recentes amplamente divulgado foi o da TelexFREE,  acusada de operar uma das maiores fraudes financeiras da história do Brasil, segundo o Ministério da Justiça. Tendo visto que esse esquema não é sustentável, por que continuar praticando-o?

         A advogada Sylvia Urquiza, especialista em Direito Penal Empresarial do escritório Urquiza, Pimentel e Fonti Advogados afirma: “O limite entre o lícito e o ilícito é muito estreito e cada caso tem que ser analisado unicamente. A generalização do Marketing Multinível como conduta criminosa é perigosa”.

         Essas empresas possuem toda uma filosofia de vida. Desde as redes sociais, vemos que os recrutados cultuam uma vida utópica, perfeita, visionária, se desintoxicando de tudo aquilo que lhes faz mal. Abaixo, separei algumas frases de efeito utilizadas por eles:

“Nunca deixe que a opinião de um terceiro sobre você se torne sua realidade”;

“Seja honesto e esqueça o resto”;

“O importante da vida é ser feliz”;

“Trabalhe com algo que você realmente goste, e você nunca precisará trabalhar na vida”;

“Por que viver uma vida boa se é possível viver uma extraordinária?”;

“Foco não é dizer sim para algumas coisas e sim dizer não para as coisas que te boicotam”;

“Não adianta pedir pra Deus guiar seus passos se você não está disposto a mover seus pés”;

“Não deseje menos problemas, deseje mais habilidades, não deseje menos desafios, deseje mais sabedoria”;

“Aquela paz interior de quem está cortando tudo o que é toxico e faz mal da vida”;

         E hashtags, como: #foco, #mindset, #legado, #thinkbigger, #decisão e #futuro.

         Eles te chamam sempre com o mesmo discurso: primeiro falam que estão envolvidos em um projeto, depois sobre quão grande a empresa é, te elogiam , mostram como a empresa é importante para eles e como ela os fez bem. Tudo é dito com tanta certeza e com tanta lábia, que transmite uma sensação de confiança e de que tudo aquilo é verdadeiro, certo e benéfico. É o famoso jeitinho brasileiro: pregam o que é errado só para tirar vantagem de outros indivíduos.

Algumas das recompensas prometidas por uma das empresas de Marketing Multinacional, ao alcançar determinados cargos.

         Uma vez que os recrutados se aproveitam da inocência das pessoas (que normalmente não entendem do que se trata a empresa – tenho amigos que acharam que era trabalho voluntário, alguns acreditavam ser um trabalho da faculdade e outros uma palestra sobre a área em que atuam) e te convencem a frequentar uma conversa/palestra, várias informações são passadas: desde o material utilizado nos produtos, passando pelos “agrados”, “recompensas” concebidos àqueles que alcançarem X número de vendas, as possíveis ações que a empresa faz (e que você pode contribuir) para ajudar crianças necessitadas na África, até o momento final quando você se depara com os possíveis pacotes com preços absurdos que você deve PAGAR para participar da empresa. Onde já se viu pagar para trabalhar?

Níveis de cargo dentro de uma das empresas de Marketing Multinível.

Eles ainda fazem com que você tenha a sensação de que vai conseguir chegar ao topo da pirâmide, lucrar quantias surreais de dinheiro e, quem sabe, se tornar um executivo pérola, uma elite safira, um diretor rubi, ou talvez alcançar o caro mais alto: um diretor diamante coroa – nomenclaturas usadas por eles para diferenciar pessoas de divergentes níveis da pirâmide na empresa. Sendo que você lucra com o trabalho daqueles inferiores à você, ou seja, quanto mais pessoas você e seus recrutados conseguem, mais dinheiro você ganha. É tudo muito bem pensado para influenciar, enganar e explorar as pessoas. A desinformação acaba lhe induzindo ao erro.

Slide utilizado em uma das palestras de uma empresa de Marketing Multinível.

 Vemos de um modo bem claro que a ideia dessas empresas é aberta e extremamente capitalista, onde os inferiores são explorados. Mas o que acontecerá quando a base da pirâmide estiver tão grande a ponto dos recrutados lá de baixo serem praticamente escravizados (uma vez que cada superior ganha dinheiro em cima dos seus recrutados inferiores)? Além disso, há também um pensamento extremamente meritocrata: “São suas decisões, e não suas condições que determinam seu destino!”. Ou seja, não importa aonde você nasceu, se você é mulher, negro, gay, gordo ou economicamente estável, se você tomar as decisões certas, você será uma pessoa de sucesso. Porém nós sabemos que o mundo não é nem um pouco assim… O preconceito está enraizado há muito tempo e mesmo com as intensas e frequentes lutas para obter a equidade, ainda não estamos perto de torná-lo algo mínimo e insignificante.

         Empresas deste tipo lotam arenas e alienam os recrutados, que acreditam piamente naquilo dissipado por seus superiores. Pessoas que compartilham as mesmas opiniões tendem a formar grupos, e nós, humanos, temos a necessidade de fazer parte de algum. É exatamente isso o que ocorre com os recrutados dessas empresas. Dizem que é preciso saber separar a vida profissional da vida pessoal, mas acabam fracassando ao tentar recrutar todos os conhecidos com quem tinham contato e, eventualmente, com os que tinham contato mínimo. As empresas fazem uma lavagem cerebral tão grande nos recrutados, a ponto de fazer eles terminarem relacionamentos amorosos, amizades, se afastarem de faculdades e até pedirem demissão de trabalhos. Quando não têm mais ninguém a recorrer, se voltam àqueles com quem possuem o mesmo tipo de pensamento: os membros já recrutados, eles começam a se apoiar em si mesmos e tratam uns aos outros como se fossem sua própria família.

         Eles vão contra a ética da sociedade e da própria empresa, além de ir também contra a própria moral. Não há transparência, não há honestidade, não há respeito, não há decência. Vemos um cenário competitivo, hipócrita, falso, sujo e aproveitador.

Segmento do regulamento de uma das empresas, que trata da suposta ética e o suposto respeito que os recrutados deveriam ter com os demais.

         Diversas séries já trataram do assunto, satirizando-o, tais como a comédia-dramática do Netflix “Orange is the New Black” e a sitcom brasileira de auditório, da Multishow “Vai que Cola”. Essa presença do esquema piramidal em produtos audiovisuais, ajuda a dissipar a ideia de que as empresas que a praticam estão erradas, influenciam e informam os espectadores, que geram opiniões contrárias a elas. E é exatamente isso o que devemos fazer: informar as pessoas de que este é um ato errado e que elas devem ficar atentas para não se envolver em negócios de pirâmide como estes.

NÃO É SÓ O “MITO” QUE ESTÁ NA CAVERNA

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Nessa época de eleição, abriu uma era onde a ética e o respeito estão sendo esquecidos, as pessoas estão se isolando em seus nichos nas redes sociais, formando um círculo social onde interagem apenas com quem compartilham as mesmas opiniões, gerando falta de comunicação voluntária de ambas as partes entre pessoas com diferentes opiniões sobre determinada ideologia.

Você vai ser rotulado de extrema direita ou extrema esquerda sendo que quem não concorda com seu ponto de vista, automaticamente é considerado um inimigo, e a possibilidade de diálogo e de uma discussão baseada na lógica e na sensatez, simplesmente está desaparecendo.

As pessoas estão esquecendo que democracia é aceitar o direito do outro de pensar diferente, e numa atitude infantil, os dois lados se acham donos da razão, como se do outro lado, não houvesse vida inteligente. Num claro desrespeito as diferenças. A atitude é tão infantilizada que não se discute plano de governo, e soluções econômicas proposta pelos candidatos, e sim, sua conduta e opiniões pessoais sobre assuntos generalizados, afastando-se do debate sobre o que realmente interessa ao futuro do país.

Os hindus dizem que a virtude está no meio, no entanto, as pessoas ficam entrincheiradas em polaridades opostas recusando-se ao dialogo e exercendo o mais completo desrespeito às opiniões contrárias, num comportamento infantil.

Amizades terminam, há brigas na família por conta da simpatia por este ou aquele candidato. As pessoas esquecem que a vida segue após as eleições. Independente do resultado, todos seremos obrigados a conviver com o candidato eleito presidente da república. Isto é a democracia, então se acalmem.

Artigo 158

Você já foi ou já viu alguém ser forçado a permanecer quieto?

 

“Art. 158 – Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar fazer alguma coisa:
Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 10 (dez) anos, e multa.”

 

Os casos mais comuns de chantagem que chegam ao nossos ouvidos são os conectados a relacionamentos amorosos ou com laços de amizades.

O pior de tudo, você já se sentiu emocionalmente fraco por não poder ajudar alguém que estava nessa situação?

Há uns 5 anos atrás apresentei uma menina para meu melhor amigo, começaram a conversar e se interessar um pelo outro. Tudo bem, começaram a ficar cada vez mais próximos e compartilhar cada vez mais coisas entre eles, chegando ao ponto de iniciarem um relacionamento. Conforme os meses foram passando, vi que esse amigo se distanciava cada vez mais. Sem entender o motivo, fui conversar com ele para entender o que estava acontecendo.

Relutante, contou que a menina estava ameaçando denunciar sua família à polícia, caso ele decidisse terminar o relacionamento. Sem pensar muito, eu e outros amigos em comum fomos confrontar a tal namorada. Ela disse que ele estava inventando coisas, que ela jamais faria algo desse tipo. Consequentemente, depois de alguns dias, ele veio brigar com a gente mostrando prints forjados de conversas que ela mandou para ele e agora a sua chantagem tinha mudado: Se ele não parasse de falar conosco, ela ia divulgar mais coisas sobre ele, além das informações sobre a família.

Deu que o namoro continuou e foram morar juntos em outro estado.

O que restou? A amargura de ter apresentado os dois e ter transformado meu amigo em refém de um sentimento.

Sobre ética e intolerância na publicidade.

A ética se faz presente em todos os momentos. E no mundo da publicidade não é diferente, mesmo que ela não seja utilizada  – ou falhe – ela se faz presente por ser de uso fundamental. 

Campanhas publicitárias precisam ter um grande conhecimento a respeito de ética e moral, para que possa segui-la na prática, conseguindo assim, criar ótimas estratégias e programas respeitando, ou muitas vezes não, o público que a visualiza. 

Muitas propagandas recebem o destaque de excelência quando nos levam a refletir sobre o tema discutido no anúncio, se tornando ótimos condutores de aprendizado, cultura e conhecimento. Entretanto, existem falhas no mundo publicitário. Quando o objetivo de exibir um produto nos faz passar por cima de valores corretos e atinge o outro colocando-o como inferior,  faz com que automaticamente nos classifiquemos melhores, nos levam a analisar a ética antiga, onde leis “divinas” eram respeitadas e só. Com a modernidade e pós modernidade nos perdemos no conceito do que é ser ético.

McDonald’s contra Burger King, Coca-Cols contra Pepsi. A guerra entre grandes marcas nem sempre se contentam nos bastidores do mundo dos negócios. Elas chegam até a publicidade com força total. Algumas delas se tornaram clássicos da propaganda. Por exemplo um comercial da Pepsi de 1995, veiculado no intervalo da final do Super Bowl, liga de futebol americano. 

No filme, dois motoristas de caminhão se encontram em um bar. Um deles é entregador da Pepsi e o outro, Coca-Cola. Eles conversam e um decide experimentar o refrigerante do outro. O clima amistoso termina em briga quando o funcionário da Coca-Cola acha a Pepsi tão gostosa que não quer mais devolver o refrigerante para o outro motorista. 

Na época da comemoração do Dia das Bruxas nos Estados Unidos, uma campanha mostrou uma latinha de Pepsi vestida com uma capa da Coca-Cola e a frase: “Desejamos um Halloween de medo para você”. A Coca foi rápida na reposta e, usando a mesma imagem, deu outro significado à capa, usando a frase “Todos querem ser heróis”. 

Propagandas comparativas é muito comum nos Estados Unidos, onde é vista como algo saudável para o mercado e é bem aceita. Não existe uma legislação específica que proíba o uso do nome/marca ou produto de um concorrente numa propaganda. Algumas leis tentam impedir abusos, que não estão ligados a serem somente concorrentes; leis comuns – como danos morais – ou outras específicas da área, como oCódigo Brasileiro de Autoregulamentação Publicitária do CONAR (Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária), que é um órgão formado por publicitários, para fiscalizar a própria publicidade. 

No Brasil, até por uma questão cultural, é um pouco diferente. Aqui, se a propaganda não for feita de forma muito cuidadosa, o consumidor tende a não aceitar muito bem. A estratégia pode acabar tendo o efeito contrário, despertando compaixão e empatia do consumidor pela marca que foi alvo da comparação ou da brincadeira. 

Como podemos afirmar o jeito certo e o jeito errado de lidar com a publicidade comparativa? O que é ético? Não podemos impor a ética elaborada pelo Ocidente e mestres como Aristoteles para todos. Ao nos encontrarmos em uma cultura globalizada somos posto a prova com outros paradigmas da ética. Como encontrar um consenso ético mínimo, valido para todos? A alternativa é buscar na própria essência humana o nosso fundamento: como devo me relacionar entre seres pessoais e sociais. Embora se embase em uma visão teoricamente bem consolidada, a ética é da ordem prática. Se abrirmos mão de agirmos nos limites de um consenso ético mínimo, produziremos catástrofes sócio-ambientais e guerras de ódio e intolerância cada vez maiores. Chega de intolerância. 

Quanto valerá a Gota D`Água?

Resumo: Numa época em que os recursos naturais estão cada vez mais escassos, e que os grandes aglomerados populacionais já começam a sofrer com a falta d’água, precisamos refletir sobre a nossa responsabilidade perante a saúde do nosso planeta. È essencial que haja uma  gestão cuidada da interferência humana no ciclo hidrológico para assegurar o futuro da própria humanidade. Um recurso natural finito e que se tornará cada vez mais raro, e que como todos nós sabemos é absolutamente precioso para a vida das espécies – incluindo a nossa. As mudanças dos ciclos das chuvas vem  surpreendendo a maior parte das áreas úmidas do planeta, inclusive em 2005 a Amazônia enfrentou o que foi chamado na época de “a seca do século”. O que poderá nos acontecer quando acabar a água do planeta? Irá de fato acabar, ou ela ficará contaminada a ponto de não mais servir para o nosso consumo? Muitas são as dúvidas e poucas são as providencias, especialistas dizem que a quantidade de água disponível, desde que bem gerida, é globalmente suficiente para o cenário de crescimento demográfico, mas para que a água não seja um fator limitante do desenvolvimento e, mesmo, de sobrevivência em vastas zonas do mundo, ela deve ser gerida de forma inteligente e integrada (envolvendo abordagens técnicas, ecológicas e sócio-econômicas), no contexto adverso das alterações climáticas, nas quais as estiagens severas passam a acontecer em intervalos cada vez menores, os fortes impactos sobre a população e o bioma já podem ser notados. Portanto providencias melhores do que as até hoje vem sendo tomadas, devem acontecer, senão a gota d`água será muito em breve, um raro e inalcançável recurso natural para a maior parte da população, nesse contexto adverso de alterações climáticas e com a enorme contaminação que promovemos em nosso próprio meio ambiente, precisamos ser pró-ativos e tomar atitudes antes que seja tarde demais. Nesse meu artigo, ciente desta necessidade, selecionei o que o cinema já vem se antecipando e através da sétima arte tenta mostrar o catastrófico impacto da falta deste recurso natural em nossas vidas. Aproveito para deixar como alerta alguns dos bons filmes que levantaram questões sobre a escassez de água.

 

Palavras- Chave: escassez de água, recursos naturais, alterações climáticas, crescimento demográfico, falta d´água, planeta, secas e estiagens, ciclos da chuva, contaminação, impactos sobre o planeta, impacto sobre a vida humana.

 

Seleção de10 Filmes sobre a Escassez da  água e as Nossas Vidas dessa forma;

10º Tank Girl – Detonando o Futuro (1995)

Tank Girl é inspirado numa HQ britânica, o longa nos apresenta a um futuro pós-apocalíptico onde a água praticamente se esgotou. As poucas reservas naturais, escondidas nos lugares mais inóspitos, acabam entrando na mira de uma poderosa corporação, que passa a lucrar com a venda deste precioso recurso natural. Visual bem exótico, inusitados musicais, muitas cores e a adição de inspirados desenhos animados, o longa dirigido por Rachel Talalay encontra na atriz Lori Petty a heroína perfeita para este excêntrico e cult. Com destaque para a cena em que a protagonista toma banho de areia e, para a presença de uma jovem Naomi Watts (King Kong).

 

9º Rango (2011)

Rango promove uma crítica através de carismáticos personagens. Dirigido por Gore Verbinski, o longa narra a história de um camaleão criado em cativeiro. Após muito tempo preso, o animal se torna uma espécie de herói de um pequeno vilarejo ao se colocar a disposição para os protegê-los de um fora da lei. As coisas mudam, no entanto, quando ele acaba sendo o responsável pela escassez de água nesse vilarejo, tendo que comprovar a sua verdadeira coragem ao resolver esse grande problema.

 

8º 127 Horas (2011)


127 Horas é impressionantemente real ao mostrar os limites de um ser humano. Inspirado numa incrível historia real, o longa dirigido por Danny Boyle narra a história de um aventureiro que resolve partir numa escalada solitária por um rochedo norte-americano. O que era para ser um passeio despretensioso, no entanto, vira uma grande agonia quando ele fica com o seu braço preso após uma queda. Durante estas 127 Horas, este homem terá que suportar não só a dor, mas também a falta de água e o frio para conseguir sobreviver. Conduzido com enorme intensidade por Boyle, este drama mostra com extrema competência como a falta de água pode nos levar a conhecer os nossos próprios limites.

7º Os Deuses devem estar Loucos (1984)

Mesmo sem falar propriamente sobre a escassez de água, esta hilária comédia dirigida pelo sul-africano Jamie Uys é precisa ao mostrar o cotidiano de uma isolada tribo em uma árida região. Adotado um sagaz e fictício tom documental, o longa arranca honestas gargalhadas ao acompanhar a trajetória de um nativo para se livrar de um artefato que acaba alterando o relacionamento dentro desta tribo. Vale destacar, aliás, a ótima continuação do ano de 1990, que conseguiu manter a inegável originalidade deste primeiro longa.
6º O Livro de Eli (2010)

O Livro de Eli Dirigido por Albert e Allen Hughes, este longa pós-apocalíptico nos apresenta a um futuro em que os recursos naturais foram completamente consumidos. Com a água vendida à peso de ouro, um grupo liderado por um nefasto sobrevivente tenta reconstruir uma sociedade em torno dos poucos recursos que sobraram. Em meio ao canibalismo e a violência, ele resolve sair a caça de um livro que, segundo a sua teoria, traria o poder para governar todas as outras cidades que existem. É ai que o caminho deste homem se cruza com o de Eli (Denzel Washington), um viajante solitário que traz consigo o tão cobiçado livro. Apostando numa crítica extremamente afiada e em algumas viradas de trama extremamente interessantes, O Livro de Eli está longe de ser “apenas” mais um bom filme de ação.

5º Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985)

Numa das franquias que melhor explorou esta realidade pós-apocalíptica, Mad-Max: Além da Cúpula do Trovão pintou um cenário nebuloso envolvendo a falta de água. Após vingar a morte de sua esposa nos dois (ótimos) primeiros longas, Max (Mel Gibson) se vê em uma nova aventura quando acaba cruzando com a cidade de Bartertown, um vilarejo criado após a contaminação das principais fontes de água. Fugindo bastante da pegada dos dois primeiros filmes, o diretor George Miller deu uma grande amenizada neste trabalho, que acabou se tornando um cult pela presença da cantora e antagonista Tina Tuner. Um filme estiloso, com uma crítica pertinente, mas que se rendeu a elementos mais comuns dos blockbuster’s.

4º Interestelar (2014)

Um dos trabalhos mais comentados de 2014, Interestelar levantou questões importantíssimas sobre o futuro do nosso planeta. Em meio as pirações do cultuado Christopher Nolan (Batman: O  Cavaleiro das Trevas), o longa estrelado por Matthew McConaughey e Anne Hathaway mostra um futuro em que o planeta Terra está a beira de um colapso. Com o fim de boa parte dos recursos naturais, os seres humanos sobreviviam de milho e poucos vegetais, um grupo de astronautas decide partir numa missão derradeira para conseguir encontrar um novo planeta para os sobreviventes. Correndo contra o tempo, já que o clima árido, a falta de água e de oxigênio era cada vez mais alarmante, o grupo se depara com uma grande dúvida quando dois outros planetas se mostram hospitaleiros para a população da Terra. Com uma primeira metade realmente genial, Nolan é extremamente habilidoso ao nos apresentar a uma realidade tragicamente possível para o nosso planeta. Ainda que o final seja (no mínimo) problemático, Interstelar se mostra pertinente ao evidenciar a nocividade imposta pela escassez dos recursos naturais.

 

3º Vidas Secas (1963)
Reconhecido como um dos principais exemplares do Cinema Novo, Vidas Secas é impecável ao mostrar a verdade nua e crua por trás das secas no sertão nordestino. Inspirado na clássica obra de Graciliano Ramos, o longa dirigido por Nelson Pereira dos Santos acompanha a jornada de uma família de retirantes durante uma grande seca. Procurando uma forma de sobreviver em meio a escassez de água, Fabiano (Átila Iório) vê uma luz no fim do túnel quando a chuva cruza o seu caminho. Ao lado de sua esposa, dos dois filhos e de uma cachorrinha, ele acaba oferecendo os seus serviços para um fazendeiro na esperança de aproveitar esta oportunidade em meio a aridez do sertão. As coisas, no entanto, não ganham contornos positivos, principalmente quando a seca retorna ameaçando não só o seu emprego, mas também a sua própria esperança.

 

2º A Estrada (2009)

Num dos relatos mais contundentes sobre um eventual futuro pós-apocalíptico, A Estrada é exemplar ao construir uma realidade marcada pela completa escassez de recursos naturais. Dirigido por John Hillcoat (Os Infratores), o longa estrelado por Viggo Mortensen acompanha a jornada de um pai em meio a um tenebroso futuro. Dez anos após a destruição do mundo, ele tenta sobreviver ao lado de sua esposa (Charlize Theron) e do seu jovem filho (Kodi Smit-McPhee). Em meio ao canibalismo, a violência e a falta de recursos básicos como a água, o homem tenta ensinar ao seu filho as noções básicas para que ele possa sobreviver neste mundo caótico. Discutindo questões importantíssimas na relação entre pai e filho, A Estrada chega a assustar a nos apresentar a uma realidade completamente desumana. Não só um baita filme, mas também um grandioso alerta. 

1º Wall-E (2008)

Recheado de questões existenciais e de críticas ao consumo desenfreado do nosso planeta, a animação dirigida por Andrew Stanton é impecável ao mostrar as consequências da escassez dos recursos naturais. Na trama, após a completa exaustão do nosso planeta, os habitantes sobreviventes tiveram que recorrer à enormes naves espaciais comandadas por uma grande corporação. No nosso planeta, apesar da falta de água e de oxigênio, um pequeno robô ficou com a responsabilidade de limpar a Terra do lixo deixado pela população. Desenvolvendo uma personalidade humana, o robô acaba encontrando uma forma de vida se restabelecendo no nosso planeta, iniciando assim uma jornada para tentar mostrar a recuperação da Terra.

A musicalidade ética comunicacional

Bons artistas, bem sucedidos e que conhecem o sistema mercadológico sabem que é preciso formar e construir seu próprio sucesso.  Diferentemente dos tempos antigos onde músicos se lançavam, hoje sabemos que não é mais assim. É preciso ter um bom planejamento, uma análise prévia de seu público e uma produtora renomada por trás do trabalho.

Mas onde encaixamos a música na ética, na mídia e na comunicação social?

Vamos lá!

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Independentemente do período, dizemos que é clara a intenção do homem de sempre criar novas formas de se comunicar. Começando por gestos e pinturas rupestres, até a criação e aprimoramento da escrita através da prensa móvel proposta por Gutenberg. A difusão dessas novas informações mudou drasticamente com a chegada da internet e das tecnologias de informação que se mostram presentes até hoje no cotidiano.

Simultaneamente, também foram perceptíveis as mudanças do comportamento quanto o “viver a música”, pois bastava frequentar lojas de discos para conhecer determinado estilo musical. Sendo assim, com sua disseminação, muitos artistas realizavam as ações de produzir e se lançar no mercado, já que até então, não era uma prática muito comum. Artistas viram uma nova forma de criar nichos sociais, onde os interesses culturais fossem compartilhados, criando assim uma conexão natural de novas experiências.

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Uma das principais discussões quando falamos da música como um mercado é o dito “copyright“. Ele parte da relação da natureza singular do fenômeno musical enquanto prática social. A apropriação e a circulação indevida de produções musicais mostram que as questões de ética são efêmeras nos campos da pesquisa, da produção e da prática musical. É uma questão complexa, e pode ser afirmado a partir dela que o pagamento de algum serviço e a compra do material já produzido deve ser realizado com fins específicos de custear todo um trabalho, desde sua produção até sua mão de obra. É inaceitável qualquer tipo de pagamento que vise dar ao comprador privilégios de acesso, informações sem legitimidade, registros de práticas desvinculadas de suas realidades ou dados obtidos de forma indevida.

Pedro Camacho – 01/10/2018

Neologismos

Em terra de palmeiras

o sabiá não canta mais.

As minorias não têm vez,

para os negros só o xadrez,

e para as mulheres?

Nada de direitos iguais.

 

O bonde passa,

mas agora não mais cheio de pernas.

Pernas brancas pretas amarelas

foram proibidas de passar.

 

Barram-se as pernas.

Calam-se as vozes,

como se fez com o sabiá

Quem é que pode falar?

 

Estatuto da juventude.

Artigo 26

que é para todo mundo ter sua vez.

Jovem tem direito à comunicação

e a livre expressão.

Quem diria,

logo no país da opressão?

 

A vontade do jovem é ir para Pasárgada.

Até porque as aves que aqui gorjeiam

não gorjeiam como lá.

 

Jornalistas caídos ali,

comunicadores torturados lá.

Por quem?

Será que é também a mídia que não nos deixa falar?

 

Jornal Nacional é pico de audiência,

mas será que notícia seria notícia

se Lima Barreto fosse o noticiarista?

 

O exercício de um direito

é tratado como crime

no país da concentração

dos meios de comunicação.

 

E em cenário de percentual

nada parece fora do normal,

mesmo sabendo que o Estado

não promove a diversidade cultural.

 

Vou-me embora para Pasárgada,

já que muito perdemos

de nossa Bandeira.

Cegueira.

 

Retinas fotográficas,

em sua mais perfeita

formação inversa,

que se recusam a enxergar.

E oferecem um café

ao homem sem bigode

que pretende nos calar.

A ética na era da comunicação

“uma ética que seja universal e ‘objetivamente fundamentada’, constitui impossibilidade prática (…) uma contradição nos termos.” (BAUMAN, 2003, 15).

Aos nos darmos conta do avanço da tecnologia na era da comunicação, a primeira coisa que vem a mente é sobre o papel da ética e da moral no meio de tudo isso. De que forma a ética e a moral, que até Hegel, significavam a mesma coisa, podiam exercer na comunicação. Uma área onde,comunicadores, influenciadores e profissionais do meio jornalístico, de que maneira a ética pode influenciar o modo como se comunica nestes meios ?

giu-vicente-727228-unsplashQuestões como livre arbítrio e moral são levadas em consideração. O  indivíduo escolhe a sua moral, sua consciência é o seu único juiz, ele pode estar de acordo com a ética de sua sociedade ou contrária a ela.

Um exemplo disso seria o nosso jeitinho brasileiro, onde nós brasileiros que somos, não desistimos nunca, mesmo que para isso tenhamos que ultrapassar alguns limites morais. Sabemos que a conduta é errada, porém exercemos nosso livre arbítrio e escolhemos o errado, já que por esse caminho conseguimos tirar vantagem de algo ou alguém de forma mais fácil. Um meio onde isso pode ocorrer são as famosas notícias falsas.

Compartilhadas a torto ea direito às mesmas não são verificadas profundamente e passam pelos olhos dos leitores como verdade absoluta. Além de os comunicadores, os responsáveis por atualizá-las, não dão conta dos volumes de notícias que se multiplicam por minuto e portanto não são capazes de realizar esta verificação profunda.

Dando assim a oportunidade para a multiplicação não só de notícias assim, fake news, como também para notícias sensacionalistas, manifestos entre outros tipos de textos expressivos na internet. A maioria deles influenciados pelo emotivismo. Onde desabafos, pedidos de ajuda e textos reflexivos entram em questão. Isso porque, questões de assédio e intolerância são discutidas, linchamentos virtuais são a mais nova forma de bullying atualmente.

E para isso que exigimos ferramentas para uma melhor verificação para essas notícias. A primeira forma é o marco civil da internet. Onde questões como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade são os principais pontos a serem discutidos. Já que a falta de privacidade vem sendo cada vez mais, algo questionado em redes sociais e no mundo online.  Por meio de armazenamento de dados as mesmas entram na vida das pessoas por meio de plataformas online. E dados como número de cartão de crédito, localização de IP são informações fáceis de serem descobertas.elijah-o-donell-603766-unsplash

Com o programa data driven world, o usuário consegue receber notificações de violação em sua conta, direito de acesso aos dados que estão sendo coletados e o respectivo tratamento que está sendo aplicado além de possuir a privacidade desenhada para minimizar a coleta de dados.

Com a pós verdade, veio meios para melhor verificação desses dados. Um deles são os filtros do “Media Literacy”. O mesmo conta com a falha da tecnologia. Pois mesmo se for possível identificar se uma conta é falsa ou se há um robô por trás do perfil, o uso desses filtros vai depender muito de uma mudança comportamental das pessoas.

Sendo assim, na pós verdade, fica mais fácil se proteger de fake news e pop ups indesejados, porém, depende de todos fazer também uma verificação mais aprofundada em tudo que lemos antes de passarmos para frente.

Jeitinho brasileiro e seu atraso no desenvolvimento social.

Fazer as coisas como são pressupostas pela ética ou pela lei, é muitas vezes visto como algo que está errado, porque não está sendo executada da maneira que a maioria faz. Esses atos corretos aos olhos dos outros são totalmente estranhos e fora do normal, onde na verdade o normal, na teoria, seria seguir as leis e códigos éticos ali pré-estabelecidos. As pessoas que convivem no meio social, ou seja, interagem com outras e fazem parte da sociedade, são pessoas que já trazem consigo uma noção do que fazer e do que não em espaços públicos por exemplo, independente de classe social, educação e língua. Pois, em qualquer país que se visite todas as pessoas tem noção do que é aceito em certos espaços.

O Brasil, é um país que sofreu e ainda sofre com injustiças de todas as formas seja por parte do governo, no quesito de administração de verba e investimentos em educação, saúde e segurança, mas também por parte da própria população, no preconceito e no ódio. O povo brasileiro traz consigo desde de sempre uma indignação com todo sistema que vive e sobre tudo que já passou. Com essa indignação, o povo começou a tentar burlar o sistema para que ele ficasse mais funcional e mais prático.

Com esse pensamento pequenas atitudes foram sendo tomadas, como por exemplo, estacionar em vagas de deficientes, furar a fila do transito, fazer gato, entre outros. Não demorou muito para que uma grande maioria começasse a fazer as mesmas coisas, até um ponto onde cometer infrações, sejam elas ilegais ou imorais, se tornasse algo totalmente comum. No entanto, essas ações se tornaram tão presentes no dia a dia, que foram nomeada de o “jeitinho brasileiro”.

O “jeitinho brasileiro”, traz a ideia de se aproveitar ou tirar vantagem em cima de algo ou de alguma situação, por mais que o indivíduo saiba que o que está fazendo sejam moralmente errado ou até mesmo contra a leia, ou seja, em uma situação complicada ou demorada, segundo essa expressão, tudo tem jeito mesmo se ferir os outros e a constituição. Esse “jeitinho” em sua essência é o egoísmo, e o desespero de conseguir realizar o fato antes dos outros e mais rápido. Desespero esse devido ao sistema e tão precário que o Brasil se encontra, e assim as pessoas deram literalmente seu jeito, jeito esse que não se tem o mínimo de respeito e solidariedade ao próximo.

Exatamente, por não haver essa importância com o próximo, esse “jeitinho brasileiro” não só atrapalha o desenvolvimento do país como também a atrasa deixando a sociedade uma sociedade baseada na trapaça e na fraude. Porque ações que talvez começaram com um furar fila no transito, chegam no nível de suborno, como para ser atendido primeiro no hospital, ou para não levar uma multa, ou até mesmo para passar de ano e comprar carta de motorista. São ações como essas que nos atrasam e nos faz um país corrupto. Dessa forma, muitas dessas ações podem não ser ilegais perante a lei, mas no entanto são totalmente antiéticos diante da sociedade. Logo é um comportamento difícil de ser mudado pois, sempre alguém irá questionar “se ele pode eu também posso” tornando assim esse “jeitinho” um ciclo muito difícil de se quebrar e que leva em conta a vontade de poder fazer igual ao outro, mesmo se o outro estiver errado. Rafael Bittar​