A parte menos apetitosa da receita

João Pedro Pereira – 41617020

 

 

 

No dia 14/04/2012, em Garanhuns,Pernambuco, houve uma desagradável surpresa por parte da polícia ao investigarem e consequentemente prenderem um trio (duas mulheres e um homem), responsáveis por um estabelecimento alimentício onde pelo menos 8 funcionárias trabalhavam e ,na época, se encontravam desaparecidas. Após as buscas realizadas, a força policial concluiu o caso quando o próprio trio admitiu ter esquartejado e usado a carne humana das 8 mulheres funcionárias para rechear salgados (coxinhas e empadas), vendê-los no interior de Garanhuns e utilizar dos restos como fonte de alimento para uma criança de 5 anos, filha de uma das vítimas que desapareceu em 2008.

 

suspeitos-canibalismo-hg-  Foto do trio

 

Especulações por parte da delegacia de investigação afirmam que o trio participava de rituais que envolviam sacrifício de ”pessoas más”, de acordo com sua própria opinião e seleção de quem era ”mau”. As vítimas eram mortas no momento em que entravam em um pequeno casebre para dar uma entrevista de emprego. Uma nona mulher estava para ser morta em sua ”entrevista-sacrifício” e teve a imensa sorte de faltar no dia.

É interessante pensar e analisar sobre a quebra de comportamento moral e ético por parte da família. O fato de gozarem extremamente do seu livre arbítrio, a ponto de praticarem canibalismo, não significa que não temiam pela sua liberdade. Caso realmente não estivessem preocupados, não esconderiam a realização desses atos.
Pode ser considerado como um fruto a mais para a colheita da pós-modernidade, onde um código de ética universal, como queria a modernidade, não passa de uma utopia fracassada e gastadora de tempo.

A mobilização e o aumento do poder de contato tanto de redes de comunicação e informação quanto de mídias digitais fornece uma possibilidade de combate e investigação a esse tipo de depravação psíquico-moral bem mais elevada. A mídia permite a exposição e pode fornecer um método de precaução cada vez mais avançado ao espectador, que, mesmo à primeira vista, não seja uma garantia absoluta de segurança, já permite ao menos uma precaução do que pode acontecer. O nascimento de ONGs pelo combate contra violência e abusos psicológicos à crianças cada vez mais permite que um ciclo de prevenções seja cautelosamente criado e executado.

 

Resultado de imagem para ONGs de violencia contra crianças

A Organização Não Governamental ASBRAD, que tem como missão defender os direitos da mulher, da família, da maternidade e da infância, oferecendo uma palestra em uma região mais simples de Foz do Iguaçu, no Paraná.

Coisas tão absurdas acontecem nos locais menos suspeitos e vem de indivíduos que menos oferecem esse tipo de perfil. Assassinos e destruidores de moral existem,sempre submergidos no setor mais padrão da sociedade, esperando uma abertura para agirem.

”We serial killers are your sons, we are your husbands, we are everywhere. And there will be more of your children dead tomorrow” – Ted Bundy

 

 

 

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